Pimenta Rosa

spicy and girlie

30 de April de 2013

Mais velas perfumadas: Bath And Body Works e Yankee Candles

Bom, pessoal, acho que é seguro dizer que a minha nova obsessão, oficialmente, são as velas perfumadas, haha!

Depois desse post aqui, onde mostrei as velas que comprei na Bath And Body Works, aumentei a coleção com mais algumas e achei legal dividir com vocês – até porque tem coisa que comprei influenciada por comentário de leitora, haha!

Fui buscar velas da BBW no mercado livre e achei duas. Isso mesmo, Brasil, simplesmente duas velas deles no território nacional. De chorar, eu sei, mas ao menos consegui garantir duas. Fora elas, minha prima me trouxe de viagem mais duas também!

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Da esquerda pra direita: Tiki Beach, Japanese Cherry Blossom, Sweet Cinnamon Pumpkin e Pink Sangria

Agora, tenho em todos os tamanhos, haha! É legal que nessa foto dá pra ver a diferença entre mini, pequena e a grande, que tem três pavios.

Seguem as descrições:

- Tiki Beach: Segundo o site da marca, ela é “quente como os raios de sol”, haha! Tem coco tostado, aroma almiscarado de baunilha (?) e perfume de orquídeas. Diz que a intenção é ser um “cheirinho de resort”. Ela é maravilhosa! Tem um perfume suave e “amanteigado” de baunilha. Não sei se dá pra dizer que é algo praiano, mas é uma opção leve e mais veranil pra quem gosta de cheirinho de baunilha. Muito boa mesmo, viu! (E mais suave pra quem reclamou que a Frosted Cupcake doce demais).

- Japanese Cherry Blossom: Possivelmente a minha preferida! Mas só possivelmente, pq escolher uma é difícil. A descrição diz que ela leva “a rara flor de cerejeira japonesa combinada com pêra asiática, pétalas de mimosa (que eu não sei oq é) e ‘notes of musk and cedarwood’”. O cheiro é bem gostoso, leve e meio romântico por causa das flores. É doce (mas não lembra nenhum bolinho, ou caramelo, ou comida; nada do tipo) e suave ao mesmo tempo. Essa vela grande vem com 3 pavios (3-wick candle) porque, teoricamente, é pra você acender ao ar livre ou num cômodo maior.

- Sweet Cinnamon Pumpkin: Essa eu comprei meio na cagada, com medo de ser um cheiro maluco, haha! Mas é muito boa sim. Eu colocaria ela na categoria “comidinhas”, mas nada muito louco, sabe? Lembra um pouquinho cheiro de torta, uma coisinha ~preparativos de quitutes nas festas, fim de tarde e sua mãe assando um bolo meio exótico~. Ou, nas palavras do pessoal da BBW: “uma mistura reconfortante de abóbora fresca, maçã crocante e baunilha picante”. Eu amo que ninguém falou da canela, haha, que está lá, mas de uma forma bem suave, thank god.

- Pink Sangria: “Uma mistura que leva traços de mandarin (alguma frutinha cítrica entre uma laranja e grapefruit, imagino, pq o google tradutor não ajudou nessa), a tal ‘maçã crocante’, pêra calduda (ahaha amando muito essas descrições) e frutas silvestres açucaradas”. Haha, gente! Que viagem! Sendo categórica? Cheiro de caipirinha de morango com limão. Que é algo que todo mundo deve experimentar na vida!

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Fotinho pra mostrar os três pavios da JCB e também a borrachinha que vem na tampa pra acomodar a vela enquanto ela está queimando

Daí, o que você fala? Ser humano normal olha e pensa “Ok, Fernanda, então você já tem várias velas, com cheiros variados, perfume de resort, de caipirinha, de pêra calduda, de Moça Fiesta, ENFIM, já está bom, né?”

Bom…

Acontece que a Mona me contou, nos comments do último post, sobre a Yankee Candle. É uma outra marca americana de velas, mais antiga que a BBW e, pelo que vi, mais famosa! A diferença prática entre as duas marcas é tipo que a Yankee Candles vende apenas velas e outros produtos aromatizadores, enquanto a Bath And Body investe ainda em cosméticos, perfumes, e até em alguns itens de make.

E a MELHOR diferença é que existem algumas lojas que vendem Yankee Candle aqui no Brasil! ÊÊÊÊÊ, É PENTA

O site brasileiro da marca indica uma loja virtual chamada Decorar Mais (mas numa rápida googlada dá pra achar outras, inclusive rolou uma campanha outro dia no WestWing com promô das velas deles que eu avisei na fanpage do blog).

Resolvi arriscar e comprei duas velas lá na loja. A experiência foi boa, de maneira geral. Apesar de uns contratempos, os produtos chegaram rápidos e bem embalados, e o atendimento lá é bem atencioso. Recomendada a loja.

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Minhas escolhas: Farmer’s Market e Pink Sands

A Yankee Candle tem quatro tamanho de velas: mini, pequena, média e grande. Além disso, a maioria vem num vidro que parece de guardar biscoito, mas existe a opção de comprar numa embalagem que se assemelha muito às da BBW, que foi a que eu escolhi. Engraçado que a pequena que vem na jar e no tumbler (essa embalagem aí da foto) são ambas pequenas, mas essa que eu comprei vem mais! Inclusive, a pequena da Yankee Candle é maior do que a pequena da BBW.

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A Yankee Candle coloca um selinho muito útil nas suas velas, categorizando o tipo de mood delas. Ou seja, a Farmer’s Market é “food” e a Pink Sands vem com um selo de “fresh”. A primeira é uma best seller da marca que vive esgotada, segundo descobriu a Jess numa pesquisa que ela fez com muito afinco sobre a marca, haha. Já a Pink Sands, eu que fui com a cara mesmo, ainda mais depois que li a descrição de “an exotic island escape in the beautiful mix of bright citrus, sweet florals and spicy vanilla” (ai, desculpa, gente, cansei de traduzir essas loucuras, haha).

A Farmer’s tem um cheirinho tipo de torta de maçã com uva passa e especiarias, sabe? Me ocorreu agora que talvez deva combinar e muito acendê-la junto com a Sweet Cinnamon Pumpkin.

A Pink Sands é bem fiel à descrição: fresca, um tiquinho de nada cítrica e com um cheiro adocicado de baunilha e um toque floral. Bem gostosa!

Bom, e já que tô aqui, dedicada, na função, dividi as minhas velas em sets pra diferentes humores olfativos, haha.

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A Sweet Cinnamon Pumpkin, Spice e Farmer’s Market são perfeitas pros dias de outono, saudade de casa (pra quem mora fora, tipo eu), vontade de comer um bolinho, comer umas bolachinhas com açúcar e canela, enfim, quando você tá sem querer sair debaixo do edredom e de dieta, com querendo sentir cheiro de comidinhas gostosas. Acho válidas também pra época de Natal, onde cravo, pimenta síria e assim ficam supervalorizados, haha.

Enfim, um dia frio, você precisando da sua cama, de um filme bom na TV, um abracinho, e uma velinha dessas.

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A Tiki Beach, Palm Beach Cooler e Pink Sangria são as praianas, malemolentes, ~sensuais~. Teoricamente, são todas pro verão, mas a única que eu acho que combina mesmo com um dia quente é a Pink Sangria. Acho meio irritante aroma muito doce em um dia de verão, sabe? Mas, de qualquer forma… estão aí organizadas por seu tema e propósito original, haha.

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Essas aqui são as versáteis, hahaha! Basicamente, a Frosted Cupcake, Pink Sands e Japanese Cherry Blossom servem pra qualquer humor, qualquer momento, qualquer dia que você chegar em casa puta da vida sem querer ficar pensando em que vela você quer acender. Isso SE você quiser acender uma vela, né, haha.

Mas, ok! Acho importante a gente ter umas mais básicas que sirvam pra qualquer dica, qualquer clima, enfim. As três são até bem diferentes entre si, mas acho que são as que agradariam a maioria, ao menos das que eu tenho.

Ah! Uma outra observação: gostei tanto, mas TANTO do cheirinho da Japanese Cherry Blossom que acabei consumindo outros produtos com o mesmo perfume:

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Body Mist, Triple Moisture Body Cream, Eau de Toilete, Pocket Gel e 3-wick candle

Não sei explicar cheiros muito bem (como vocês já puderem perceber a essa altura do campeonato, haha), mas eu acho que é um perfume que vai agradar à quem gosta do Flower By Kenzo, viu! E um elogio pra BBW, que tem isso de fazer toda uma linha de produtos se baseando em um aroma só, pra que a pessoa louca por ele possa se divertir e comprar vários produtos com o mesmo cheiro, haha!

Pra fechar, uma foto da minha família feliz:

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Êêêê, somos cheirosas!

Desculpem se tava com muita loucura ou dislexia, hahaha! Escrevi o post ainda na agência, na preguiça de ir embora pra casa e atrasada pro bar. Qualquer absurdo, gritem!

 

PS: Meninas, olha só que legal o comentário que o pessoal da Yankee Candle deixou no post:

“Olá, Fernanda, tudo bem? Verificamos seu interesse na marca Yankee Candle. A vela mais querida da América agora está disponível no Brasil. Venha nos fazer uma visitinha na loja virtual: http://bit.ly/1k1hySH Abraços”

Uhu, temos loja virtual no Brasil!

16 de April de 2013

Possessão, A Entidade e Mama

Depois do super sucesso de ‘American Horror Story’, parece que a moda agora é investir em filmes de terror/suspense! Na verdade, parece que investem em menos filmes no estilo “Jogos Mortais” (detesto!) e mais em filmes de espíritos, demônios e derivados, cada um com uma história mais criativa que o outro, ou uma releitura bem legal de alguma fórmula antiga. Vocês gostam?

Eu confesso que fui uma criança bem medrosa, que detestava passar medo e que era altamente sugestionável. Uma vez, minha tia alugou um deseinho pros meus primos e eu assistirmos, só que na caixa veio a fita do Chuck (sim, o boneco do demônio), e se eu, a prima mais velha dos três, fiquei morta de medo (eu tinha tipo 7 anos, acho), imagina o medo dos Kikão e da Gabi! Hahaha!

Hoje em dia, sou menos medrosa, e mesmo assim, amo tomar uns bons sustos com um filme.

Os meus preferidos são os de espíritos, ou algum de assassinato quando rola alguma questão psicológica em que o vilão é, na verdade, o mocinho (e ele não sabe), ou coisa do tipo.

Um dos que mais me deu medo – e ainda dá! -, até hoje, é “O Iluminado”. Não são só as cenas óbvias de terror, mas toda a construção do medo: ficar na expectativa por uma cena assustadora, as músicas de congelar o sangue que vão prolongando o suspense e que fazem a gente ficar sem ar.

Com essa nova leva de thrillers, tenho feito a festa, e hoje vim indicar três aqui pra vocês que gostei muito: “Possessão”, “A Entidade” e “Mama”.

Possessão (2012)

Jeffrey Dean Morgan faz o papel de Clyde, recém-divorciado com duas filhas que ainda estão se adaptando à separação. Rola um drama entre ele e a ex, uma coisa meio boy ferido.

Quando ele e as duas meninas vão à uma yard sale comprar coisas pra sua casa nova, a caçula Emily pede ao pai que ele compre uma velha caixa de madeira com inscrições em hebraico que ela achou por lá. Só que a caixa parece não ter um único fecho, mas isso não impede Em de conseguir abri-la…

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No início do filme, está a mensagem “isso aconteceu com uma família no período de 29 dias”. Fui pesquisar e descobri que a história da caixa seria realmente verdadeira: ela teria sido comprada e revendida no eBay (!) várias vezes, e teria trazido problemas de saúde, acidentes e, supostamente, até mesmo a morte para quem chegou a possuí-la (tem uma reportagem do Los Angeles Times aqui sobre a caixa). Até que, finalmente, ela teria sido comprada por Jason Haxton, o curador de um museu numa pequena cidade do estado do Missouri. Segundo a reportagem, Haxton teria começado a ser tão importunado por causa da caixa, que ele até teria mudado seu e-mail, tirado seu endereço da lista telefônica e criado um site dedicado à questões sobre a caixa, que é chamada de Dybbuk Box (e o motivo desse nome a gente descobre no filme!). Segundo a história, a história da dybbuk box teria começado na época do Holocausto…

Uma história de uma garota inocente possuída por um capeta assustador não é nova, e isso a gente sabe, mas “Possessão” é um baita de um filme bem feito! Clima sempre nublado, chuvoso, desesperançoso e uma trilha sonora meio que assustadoramente simples (apenas um piano triste que vai conduzindo fatidicamente a gente pela história) contrastam com efeitos especiais muito bem feitos que mostram que o demônio desse filme não é do tipo contido. As mortes são bem gráficas e com requintes de crueldade.

A atriz que faz o papel da Emily, Natasha Calis, é muito boa! Ela nem “superatua”, nem é tipo que some no filme. Além de super convincente quando está “possuída”, ela também é uma menina fofa antes da tragédia toda. Gostei dela!

O highlight pra mim da coisa toda é a novidade de que o demônio seria do folclore judaico! Afinal de contas, quantos filmes têm por aí com exorcismos feitos por judeus? É aparecer um belzebu que sempre ligam pro Vaticano, hahahha! Achei interessante saber mais sobre os demônios da cultura judaica…

Outro elemento bastante simples, mas muito assustador, é o uso da voz do espírito. Com certeza, os sussurros que saíam da caixa foram os maiores causadores dos arrepios na espinha que senti vendo esse filme! hahaha

ALIÁS, importante contar que assisti ele SOZINHA no cinema. Saí de lá e já era tipo dez da noite, morta de medo e, como minha casa era bem pertinho, voltei literalmente correndo! haha

Dá pra ler o wikipedia sobre Dybbuk Box aqui e ver o trailer do filme aqui!

A Entidade (2012)

Ellison é um escritor que ganha a vida escrevendo sobre crimes que a polícia não conseguiu resolver. Depois de escrever um best-seller que o tornou rico e famoso há 10 anos, a carreira dele está em crise. Por isso, ele se muda para uma cidade para escrever sobre a história de uma família local que há 9 meses foi morta e que, a filha caçula, está desaparecida. Detalhe: ele se muda para a casa da família que morreu…

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O filme já começa de um jeito bem assustador: com a família morta sendo mostrada em um filme em Super 8. Aliás, essa é a coisa mais assustadora pra mim no filme todo: os vídeos “caseiros” que contém alguma coisa bem horrível. Ellison, durante a mudança, acha uma caixa com esse filme no sótão e outros, contendo assassinatos de mais famílias em outros lugares dos EUA.

Surge aí tipo uma dúvida entre se existe um serial killer ou seria algum tipo de demônio, por causa de algumas coisas nos filmes. Ou, quem sabe, uma mistura dos dois!

Mais uma vez, o personagem central também tem dois filhos, que vão ter sua importância no desenrolar da trama.

O filme tem muitas cenas tensas bem escuras (isso é meio irritante, parece que o Ellison não pensa que poderia, simplesmente, acender a luz) e mais barulhos do que música mesmo. Uns barulhos secos e angustiantes, que contrastam com a falta de áudio nos Super 8.

Apesar do medo, a gente meio que saca o que vai acontecer no fim do filme, mas ele acaba surpreendendo um pouco… Vale pelo “realismo” dos vídeos assustadores das famílias, que remetem aos snuff movies.

Confesso que tive uns pesadelos depois de assistir “A Entidade”, hahaha!

Dá pra ver o trailer aqui, e já constatar que Ethan Hawk tá bem chucro/coxa no filme…

Mama (2013)

O filme começa com a narração de um jornal dando notícia de que um homem matou um colega de escritório e sua esposa. Logo em seguida, ele chama suas filhas, Lilly (1 ano) e Victoria (3 anos), no quarto delas, e os três entram no carro… Durante 5 anos, ninguém sabe delas, apesar de seu tio, Lucas, nunca ter deixado de procurá-las. E, finalmente, elas são encontradas numa cabana no meio da floresta.

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Quando elas são achadas, as meninas mal parecem seres humanos. Selvagens, mal nutridas e assustadas, é difícil imaginar como elas vão morar com o tio e sua namorada, Annabelle, que querem adotá-las.

Quem faz Annabelle é Jessica Chastain, que está num momento playmobil da revolts que eu não entendi o porque. Ela é bem insuportável por uns 80% do filme, sendo mais anti-social do que as meninas, o que é um grande feito, hahaha! Não sei se é algum tipo discreto de paradoxo entre os dois tipos de “primitividade emocional” ou o quê, mas ela acaba evoluindo, eventualmente…

Lilly e Victoria são… muito fofas! Tanto antes de se perderem como depois, quando elas voltam. Confesso que fiquei muito apaixonada, mesmo elas sendo meio bizarrinhas, haha!

A atriz que faz a Lilly é excelente, apesar de ser tão novinha.

Com o tempo, o tio delas começa a perceber que elas conversam com uma “entidade invisível” que chamam de “Mama”.

Muitas vezes, quando vejo um filme de espírito/demônio, me decepciono quando ele resolve aparecer. Não dá pra negar que grande parte do medo da graça é ficar na expectativa de encarar a desgraça de frente e ver a cara dele. A Mama aparece cedo no filme, mas conseguiram a façanha de, quanto mais ela vai aparecendo no filme, mais medo ela dá!

Pesadelos e flashbacks no melhor estilo de ‘American Horror Story’, muitos gritos, gemidos e manifestações espalhafatosas do fantasma e aquele andarzinho meio em stop motion (tipo aquela famosa cena de “Na Companhia do Medo”) fazem com que a gente fique morrendo de medo! Sério, eu até saí com dor nas costas do cinema de tanto que ficava me escondendo na cadeira, haha!

“Mama” surpreende por aparecer muito e, mesmo se mostrando, não deixar a peteca cair no quesito “susto”.

A parte do drama nesse filme também é bem mais presente e muito melhor do que nos outros dois filmes. Tomaram muito cuidado ao mostrar a dificuldade de adaptação das garotas à vida “normal”, mostrando em detalhes o quão selvagens elas tinham ficado sem nenhum contato humano.

O filme vão escalando no quesito terror sem cansar (a gente fica preso até o final, já que a trama não fica risível por ficar forçada em nenhum momento, como acontece com outros filmes do gênero) e, apesar de o final pecar um pouquinho por ser meio fantasioso, ele acaba surpreendendo por não aparecer com uma reviravolta ridícula que a gente teria que engolir: o fim é bem fiel ao resto do filme!

E um P.S.: Meu Deeeeeeeeeeeeeeus, o que é aquela Mamaaaaaaaaaaaa! É O PRÓPRIO CAPIROTO, GENTE! QUE MEDO DO CAPETA, JESUS CRISTO! Hahahaha

Dá pra ver o trailer aqui e já começar a sentir medo! E essa é o único que ainda tá nos cinemas, dá pra ver!

Em resumo, esses foram os filmes que mais me prenderam e me assustaram nos últimos tempos! E vocês, têm alguma indicação? Me contem!