Pimenta Rosa

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Archive of ‘Filmes’ category

16 de April de 2013

Possessão, A Entidade e Mama

Depois do super sucesso de ‘American Horror Story’, parece que a moda agora é investir em filmes de terror/suspense! Na verdade, parece que investem em menos filmes no estilo “Jogos Mortais” (detesto!) e mais em filmes de espíritos, demônios e derivados, cada um com uma história mais criativa que o outro, ou uma releitura bem legal de alguma fórmula antiga. Vocês gostam?

Eu confesso que fui uma criança bem medrosa, que detestava passar medo e que era altamente sugestionável. Uma vez, minha tia alugou um deseinho pros meus primos e eu assistirmos, só que na caixa veio a fita do Chuck (sim, o boneco do demônio), e se eu, a prima mais velha dos três, fiquei morta de medo (eu tinha tipo 7 anos, acho), imagina o medo dos Kikão e da Gabi! Hahaha!

Hoje em dia, sou menos medrosa, e mesmo assim, amo tomar uns bons sustos com um filme.

Os meus preferidos são os de espíritos, ou algum de assassinato quando rola alguma questão psicológica em que o vilão é, na verdade, o mocinho (e ele não sabe), ou coisa do tipo.

Um dos que mais me deu medo – e ainda dá! -, até hoje, é “O Iluminado”. Não são só as cenas óbvias de terror, mas toda a construção do medo: ficar na expectativa por uma cena assustadora, as músicas de congelar o sangue que vão prolongando o suspense e que fazem a gente ficar sem ar.

Com essa nova leva de thrillers, tenho feito a festa, e hoje vim indicar três aqui pra vocês que gostei muito: “Possessão”, “A Entidade” e “Mama”.

Possessão (2012)

Jeffrey Dean Morgan faz o papel de Clyde, recém-divorciado com duas filhas que ainda estão se adaptando à separação. Rola um drama entre ele e a ex, uma coisa meio boy ferido.

Quando ele e as duas meninas vão à uma yard sale comprar coisas pra sua casa nova, a caçula Emily pede ao pai que ele compre uma velha caixa de madeira com inscrições em hebraico que ela achou por lá. Só que a caixa parece não ter um único fecho, mas isso não impede Em de conseguir abri-la…

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No início do filme, está a mensagem “isso aconteceu com uma família no período de 29 dias”. Fui pesquisar e descobri que a história da caixa seria realmente verdadeira: ela teria sido comprada e revendida no eBay (!) várias vezes, e teria trazido problemas de saúde, acidentes e, supostamente, até mesmo a morte para quem chegou a possuí-la (tem uma reportagem do Los Angeles Times aqui sobre a caixa). Até que, finalmente, ela teria sido comprada por Jason Haxton, o curador de um museu numa pequena cidade do estado do Missouri. Segundo a reportagem, Haxton teria começado a ser tão importunado por causa da caixa, que ele até teria mudado seu e-mail, tirado seu endereço da lista telefônica e criado um site dedicado à questões sobre a caixa, que é chamada de Dybbuk Box (e o motivo desse nome a gente descobre no filme!). Segundo a história, a história da dybbuk box teria começado na época do Holocausto…

Uma história de uma garota inocente possuída por um capeta assustador não é nova, e isso a gente sabe, mas “Possessão” é um baita de um filme bem feito! Clima sempre nublado, chuvoso, desesperançoso e uma trilha sonora meio que assustadoramente simples (apenas um piano triste que vai conduzindo fatidicamente a gente pela história) contrastam com efeitos especiais muito bem feitos que mostram que o demônio desse filme não é do tipo contido. As mortes são bem gráficas e com requintes de crueldade.

A atriz que faz o papel da Emily, Natasha Calis, é muito boa! Ela nem “superatua”, nem é tipo que some no filme. Além de super convincente quando está “possuída”, ela também é uma menina fofa antes da tragédia toda. Gostei dela!

O highlight pra mim da coisa toda é a novidade de que o demônio seria do folclore judaico! Afinal de contas, quantos filmes têm por aí com exorcismos feitos por judeus? É aparecer um belzebu que sempre ligam pro Vaticano, hahahha! Achei interessante saber mais sobre os demônios da cultura judaica…

Outro elemento bastante simples, mas muito assustador, é o uso da voz do espírito. Com certeza, os sussurros que saíam da caixa foram os maiores causadores dos arrepios na espinha que senti vendo esse filme! hahaha

ALIÁS, importante contar que assisti ele SOZINHA no cinema. Saí de lá e já era tipo dez da noite, morta de medo e, como minha casa era bem pertinho, voltei literalmente correndo! haha

Dá pra ler o wikipedia sobre Dybbuk Box aqui e ver o trailer do filme aqui!

A Entidade (2012)

Ellison é um escritor que ganha a vida escrevendo sobre crimes que a polícia não conseguiu resolver. Depois de escrever um best-seller que o tornou rico e famoso há 10 anos, a carreira dele está em crise. Por isso, ele se muda para uma cidade para escrever sobre a história de uma família local que há 9 meses foi morta e que, a filha caçula, está desaparecida. Detalhe: ele se muda para a casa da família que morreu…

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O filme já começa de um jeito bem assustador: com a família morta sendo mostrada em um filme em Super 8. Aliás, essa é a coisa mais assustadora pra mim no filme todo: os vídeos “caseiros” que contém alguma coisa bem horrível. Ellison, durante a mudança, acha uma caixa com esse filme no sótão e outros, contendo assassinatos de mais famílias em outros lugares dos EUA.

Surge aí tipo uma dúvida entre se existe um serial killer ou seria algum tipo de demônio, por causa de algumas coisas nos filmes. Ou, quem sabe, uma mistura dos dois!

Mais uma vez, o personagem central também tem dois filhos, que vão ter sua importância no desenrolar da trama.

O filme tem muitas cenas tensas bem escuras (isso é meio irritante, parece que o Ellison não pensa que poderia, simplesmente, acender a luz) e mais barulhos do que música mesmo. Uns barulhos secos e angustiantes, que contrastam com a falta de áudio nos Super 8.

Apesar do medo, a gente meio que saca o que vai acontecer no fim do filme, mas ele acaba surpreendendo um pouco… Vale pelo “realismo” dos vídeos assustadores das famílias, que remetem aos snuff movies.

Confesso que tive uns pesadelos depois de assistir “A Entidade”, hahaha!

Dá pra ver o trailer aqui, e já constatar que Ethan Hawk tá bem chucro/coxa no filme…

Mama (2013)

O filme começa com a narração de um jornal dando notícia de que um homem matou um colega de escritório e sua esposa. Logo em seguida, ele chama suas filhas, Lilly (1 ano) e Victoria (3 anos), no quarto delas, e os três entram no carro… Durante 5 anos, ninguém sabe delas, apesar de seu tio, Lucas, nunca ter deixado de procurá-las. E, finalmente, elas são encontradas numa cabana no meio da floresta.

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Quando elas são achadas, as meninas mal parecem seres humanos. Selvagens, mal nutridas e assustadas, é difícil imaginar como elas vão morar com o tio e sua namorada, Annabelle, que querem adotá-las.

Quem faz Annabelle é Jessica Chastain, que está num momento playmobil da revolts que eu não entendi o porque. Ela é bem insuportável por uns 80% do filme, sendo mais anti-social do que as meninas, o que é um grande feito, hahaha! Não sei se é algum tipo discreto de paradoxo entre os dois tipos de “primitividade emocional” ou o quê, mas ela acaba evoluindo, eventualmente…

Lilly e Victoria são… muito fofas! Tanto antes de se perderem como depois, quando elas voltam. Confesso que fiquei muito apaixonada, mesmo elas sendo meio bizarrinhas, haha!

A atriz que faz a Lilly é excelente, apesar de ser tão novinha.

Com o tempo, o tio delas começa a perceber que elas conversam com uma “entidade invisível” que chamam de “Mama”.

Muitas vezes, quando vejo um filme de espírito/demônio, me decepciono quando ele resolve aparecer. Não dá pra negar que grande parte do medo da graça é ficar na expectativa de encarar a desgraça de frente e ver a cara dele. A Mama aparece cedo no filme, mas conseguiram a façanha de, quanto mais ela vai aparecendo no filme, mais medo ela dá!

Pesadelos e flashbacks no melhor estilo de ‘American Horror Story’, muitos gritos, gemidos e manifestações espalhafatosas do fantasma e aquele andarzinho meio em stop motion (tipo aquela famosa cena de “Na Companhia do Medo”) fazem com que a gente fique morrendo de medo! Sério, eu até saí com dor nas costas do cinema de tanto que ficava me escondendo na cadeira, haha!

“Mama” surpreende por aparecer muito e, mesmo se mostrando, não deixar a peteca cair no quesito “susto”.

A parte do drama nesse filme também é bem mais presente e muito melhor do que nos outros dois filmes. Tomaram muito cuidado ao mostrar a dificuldade de adaptação das garotas à vida “normal”, mostrando em detalhes o quão selvagens elas tinham ficado sem nenhum contato humano.

O filme vão escalando no quesito terror sem cansar (a gente fica preso até o final, já que a trama não fica risível por ficar forçada em nenhum momento, como acontece com outros filmes do gênero) e, apesar de o final pecar um pouquinho por ser meio fantasioso, ele acaba surpreendendo por não aparecer com uma reviravolta ridícula que a gente teria que engolir: o fim é bem fiel ao resto do filme!

E um P.S.: Meu Deeeeeeeeeeeeeeus, o que é aquela Mamaaaaaaaaaaaa! É O PRÓPRIO CAPIROTO, GENTE! QUE MEDO DO CAPETA, JESUS CRISTO! Hahahaha

Dá pra ver o trailer aqui e já começar a sentir medo! E essa é o único que ainda tá nos cinemas, dá pra ver!

Em resumo, esses foram os filmes que mais me prenderam e me assustaram nos últimos tempos! E vocês, têm alguma indicação? Me contem!

26 de December de 2012

Under My Christmas Tree…

Meu Natal foi muito feliz, com todo mundo que eu gosto, muitas fatias do bolo que eu mais amo, o da minha mãe de morangos com merengue, e uma mini maratona no dia de filmes de terror no dia de Natal (“A Entidade” é MUITO bom!!!).

Outra coisa que me deixou mega feliz foram, é lógico, os presentes que eu ganhei.

:)

Quis mostrar alguns deles pra vocês:

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Da minha cunhada e do Léo, ganhei uma bandeja pra laptop da Uatt? (e um caderninho fofo da mesma estampa).

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Eu sempre quis uma dessas, mas sabe aquele tipo de coisa que você esquece de comprar, e que quando lembra, tá sem dinheiro? rs

É bem isso! Eu amo ficar deitada na cama com o notebook, mas ele esquenta que é uma desgraça. A bandeja já ajuda, e muito!

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Ela tem uma espécie de almofada embaixo, que esquenta um pouquinho sim, mas infinitas vezes menos que o computador em si.

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Além disso, ela vem com uma luminariazinha de LED que é ótima caso você queira ler um livro. Muito legal, né? Tô usando bastante já! Fora que as corujinhas são muito lindas!

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Da minha mãe, ganhei “Harry Potter e a Câmara Secreta”, a Edição Definitiva.

Eu AMO Harry Potter desde que ganhei o primeiro livro da minha avó quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, e tenho todos os livros, que já li mil vezes.

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Eu também amo os filmes, mas estava esperando sair alguma edição especial pra começar a comprá-los, e ano passado comprei o primeiro dessa Edição Definitiva, também. São tipo uns 5 ou 6 DVDs de extras, é muito legal pra quem gosta!

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E esses dois últimos foram de mim pra mim mesmo, haha!

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 Se os filmes versão Edição Definitiva são especiais, imaginem o que é o “Harry Potter – Page To Screen”

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Basicamente, é um guia que te leva pelos bastidores de todos os filmes da série, com mais de 600 fotos, explicações sobre criaturas, objetos, locais, além de mega detalhes sobre os personagens (coisas específicas, como paleta de cores e estampas) e também sobre a história dos atores mesmo com os filmes.

Esse merece um post só dele, que vai sair!

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E meu outro presente foi uma Instax Mini 7S!

A Jess, nessa febre de câmeras analógicas, descobriu essa maravilha, que nada mais é do que a versão da Polaroid da Fuji, mais barata, mais moderna e com filmes mais fáceis de achar.

Eu achei a dela tão legal que não resisti e acabei comprando uma também (comprei na Fast Shop, mas a Mel colocou mais links de onde achar).

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Ela é muito legal pra registrar momentos que valem a pena ter uma fotinho que você possa colocar no seu mural ou levar na carteira (como o céu do nosso vôo pra BH!), ou pra levar em festas.

Eu levei na ceia de Natal e foi muito divertido poder tirar foto do pessoal e já presentear as pessoas com suas fotinhos.

:)

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Guardo meus filmes nessa latinha fofa, mas já encomendei um albinho bem lindo no eBay!

Ela é bem simples de mexer e tem apenas 4 opções de flash (e o flash não é opcional, ele sempre vai estourar na sua cara, haha): dentro de casa; nublado; solzinho; solão.

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Essa aí de cima foi tirada com a opção do solzinho e eu saí branca que nem cera, então dá pra ver que você vai se achando com o flash à medida em que mexe na câmera. Pra tirar a do céu azulzinho lá no avião, coloquei no solzão e colei com ela na janela pro flash não rebater. Deu certo!

E é isso!

O que tinha debaixo da árvore de vocês?

:)