9 coisas que (eu acho que) ninguém sabe sobre mim

August 4, 2010

O Dormiu! me passou esse meme e, apesar de não ser super fã deles, achei esse até que bem interessante.

Bom, acontece que ele faz um blog sobre variedades e curiosidades, e não essa super ego trip chamada Pimenta Rosa, né?

E eu que só falo de mim, my self e moi?

Será que realmente ainda tem coisa que as senhoritas não sabem sobre a tia aqui, sendo que já postei até foto de calcinha (ui, amor, não é o que você está pensando!)?

Bom, então, vamos lá!

1- Eu nunca levei nenhum ponto ou quebrei nenhum membro do meu corpo. E eu também fico doente raramente, geralmente uma gripe uma vez ao ano. Meu pior episódio médico foi quando tive pneumonia há uns dois anos atrás. E eu nem tive que ficar internada! Rá!

Fora isso.. CORPO FECHADO! hahaha

2- Eu tenho um verdadeiro pânico de aranhas. As pequenas já me incomodam bastante, mas quanto maior e mais peludo o aracnídeo, maiores são minhas chances de ter uma síncope. Meu pior pesadelo é encontrar um armadeira na frente, um tipo de aranha venenosa (a mais, segundo o Guiness) e super agressiva que tem esse nome porque arma um bote e pula em você!!

(Ai, minhas pernas, tão ficando tudo mole… )

3- Eu AMO bananas e como pelo menos uma por dia, desde que me conheço por gente. Amo mesmo, gente, nada fica entre eu e minha banana (ui). Chego a levar na bolsa pra comer na faculdade!

4- Eu estudei em nove escolas diferentes em toda a minha vida.

5- Nunca tive piercing no umbigo – e em nenhum outro lugar do meu corpo -, mas penso em fazer uma tatuagem.

6- Na hora do vestiba, pensei seriamente em carreiras como Jornalismo, Editoração e Design Gráfico, e no fim, acabei escolhendo Psicologia. Mas nunca, nem por um segundo, eu pensei em prestar Medicina.

7- Eu sempre gostei de escrever, e quando eu era criança, eu brincava de fazer umas poesias. Quando eu tinha uns 9 anos, minha mãe juntou tudo que eu já tinha escrito e foi atrás de editoras infantis pra gente publicar. Me lembro até de uma reunião com um ilustrador! hahaha Mas no fim… não vingou. :(

8- Namoro há 8 anos, mas como sempre que falo disso o vilarejo já começa a acender suas tochas, evito.

Muita gente me olha como se eu fosse uma aberração da natureza por isso, e como sou discreta com relacionamentos e já cansei de ver queixos caindo de horror por causa do assunto, acabo que falo muito pouco do meu namoro com gente desconhecida.

A gente já até usou uma época aquelas aliancinhas prateadas, e mandamos gravar os apelidos, porque achamos que o nome mesmo, de verdade, era sério demais! hahaha

9- Tenho mania de contar os dedos das pessoas na rua pra ver se todas têm mesmo cinco. O pior é que, no fundo, no fundo, tenho a estranha e bizarra esperança de um dia achar alguém com um a menos. Ou a mais.

Mas não me olhem assim, como se eu fosse louca… só conto os dos pés, viu!

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Cheesecake de mentirinha!

July 29, 2010
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Eu sou o tipo de pessoa que acha Romeu e Julieta uma heresia gastronômica, porque nããão permito queijo perto da minha goiabada! Chame a dama de companhia que essa cascão é de família! Hunf.

Não quero, não gosto, não consigo conceber coisa doce com coisa salgada.

Por causa desse forte princípio culinário que guia minha maneira de viver, eu nunca achei que ia gostar de cheesecake,  porque… né? Bolo de queijo?

Puta coisa esquisita.

E aí, veio o quê? Veio aquele episódio do Friends, onde o Chandler e a Rachel quase se matam durante vinte minutos por causa de um cheesecake. E aí, tudo que eu sonhava na vida era achar na porta do vizinho uma caixa do Mama’s-Little-Bakery-Chicago-Illinois.

Começou então a larica do cheesecake. Onde achar? Qual receita fazer? Mas TUDO isso de cream cheese?!

Ain, que caroam. E vai tanto. Parece que eu não tô gostando do preço desse negócio.

Bom, achamos uma infinidade de receitas e fizemos um monte, durante meses. Com cream cheese, sem cream cheese, com iogurte, com limão, com alucinógenos, com opiáceos, tâmaras tailandesas, lavagem de porco e adubo de planta. Diga o seu jeito de fazer um cheesecake que provavelmente já foi feito nessa casa. Assado nesse very fogão.

Pessoalmente, a que eu mais gosto, é a mais simples (sou uma menina de coração puro e gostos humildes) e fácil de fazer. Vai pouca coisa e fica assim, di-li-ça. Eu agarantcho.

Eu digo “de mentirinha” porque bani o cream cheese, mas ainda assim, vai queijo.

Quer aprender? Quer mesmo?

Então agarra aí meio quilo de ricota bem fofinha, um pacote de bolacha maisena, 100g de manteiga, uma lata de leite condensado e VEM COMEEEGO!

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Mas, pra mim, fazer sobremesa é uma arte sublime, uma atividade assim, cheia de charme, então não posso deixar que você faça isso toda esculhambada, minha cara leitora.

Primeiro, precisamos do clima. L’ambiance.

Vai lá pegar aquele seu colar de pérolas (se estiver descascando, a gente não liga), sapeca aí um coque nessa cabeça e coloca o avental embaixo dos peito. Pronta?

Agora coloca uma trilha sonora. Coloca uma música francesa!

Se você for que nem eu, e a única coisa francesa no seu iTunes for a trilha sonora da Amélie, baixa essa aqui ou essa aqui (se for depender de rádio, te aviso que o máximo que você vai conseguir, com muita sorte, é um Ne Me Quitte Pas, mas as chances de você começar a sensualizar junto às panelas e se sentir espiada pelo Leonardo Miggiorin na janela da cozinha são maiores que fazer o cheesecake).

MAS ENFIM!

Tá jóia? Vitrola rodando? Tá gata? Tá Meryl Streep em qualquer filme depois de 2008? Então você tá pronta.

Vamos começar!

1) Primeiro, a massa.

Coloque o pacote de bolacha no liquidificador. Bora moer!

Mas assim, coloca com calma, com carinho, com todo aquele amor e respeito. Quebra um pouco com as mãos e e vai pondo aos poucos, senão não dá muito certo. Meter o pacote inteiro de bolacha e apertar o nível “picando gelo” já me rendeu fumaças suspeitas e nada bem-vindas saindo do aparelho uma vez. E você não quer isso.

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Coloca de pouquinho e bate. Mas bate como se não houvesse amanhã. Bate até triturar, até não sobrar nenhum pedacinho. Você quer os restos mortais desse pacote! Bate um tanto, e coloca em uma vasilha. Daí bate mais um pouco, e coloca na mesma vasilha.

E assim você vai, batendo e tirando a farofa, feliz e contente, até acabar o pacote. Daí, você coloca a manteiga numa cumbuquinha (eu adoro essa palavra, vai ser o nome da minha primeira filha. “Essa é Cumbuca, Cumbuca Beraldo!”) e dá uma esquentadinha, mas não muito, só pra ela dar uma amaciada.

Porque manteiga é uma coisa hardcore, entendeu, e tem que dar uma castigada antes de usar. 30 segundos de microondas! Pede pra sair!

Er… mas então, onde estávamos?

Ah sim. Daí, mistura a sua farofa de bolacha de maisena com a manteiga. O importante é dar liga, pra que isso tudo vire uma massaroca, então eu confesso que eu não faço idéia de quanta manteiga eu usei. Foi um momento subjetivo naquela cozinha. Intuitivo. Especial. Coloquei até que bastasse.

Agora, você unta uma forma daquela que sai o fundo e vai forrando com a massa. Essa parte é chata. E demorada. Vai te fazer pensar na vida, nas suas dúvidas e angústias, nas grandes questões da humanidade. E você não vai gostar.

Apertou? Forrou tudo bonitinho?

2) Então é hora do recheio.

Você vai colocar também no liqüidificador (afinal, nada de ter trabalho misturando nada à mão. Você está usando pérolas, for God’s sake!) o leite condensado e a ricota, usando o mesmo princípio do “vamos devagar com as quantidades a serem batidas”.

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Bateu? Misturou tudo? Foi bom pra você?

Agora, então, coloca na forma e depois põe no forno (que estava lindamente se pré-aquecendo há uns dez minutos), abaixa o fogo e vai ser feliz.

Ou melhor, vai ser neurótica, porque na receita original não há uma indicacão de tempo, nem de temperatura. Siga o seu coração. E deixe até “parecer firme, porém ainda balançar ligeiramente no centro e estiver levemente dourado.”

Na língua do meu fogão, isso se chama pouco mais de meia hora.

Tira, espera esfriar e coloca na geladeira, onde ficará por hooooras, até ficar gelado AND maravilhoso.

Todo mundo ainda comigo? Tão agüentando a verborragia culinária?

3) Então pinga aí o Moura Brasil que eu vou ensinar a calda!

A calda é, tipos, mais simples ainda: dois terços de uma xícara de leite e uma xícara de Ovomaltine. Deixa o fogo fazer a sua magia, e vai mexendo por até uns 5 minutinhos depois de ferver.

Assim, se você for uma pessoa que ache que calda no cheesecake é algo meramente figurativo, essa quantidade está ideal e o-kay. Mas se gostar de uma coisa, digamos, mais chafurdativa (como eu!), te aconselho a dobrar a receita. Hmm… ah, triplique, vai.

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E pronto. Maravilhas.

Me diz aí se não ficou gostoso, vai. Me diz!

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A long, l o o o n g night…

July 26, 2010

Eram três da manhã quando eu finalmente desliguei o DVD.

Quando sentei, prometi que ia assistir a só um episódio. Dois no máximo.

Duas horas depois, e seis episódios rodados, eu era uma massa disforme com os olhos esbugalhados, uma perna em cima do encosto do sofá e uma mão tateando pra achar o controle no chão. Como a idéia de ter que me levantar e ir atéééé lááá na minha cama me parece simplesmente ridícula, resolvo que todos os meus problemas no mundo poderiam ser resolvidos pela solução óbvia de dormir no sofá.

Exceto que eu não consigo dormir no sofá, e vinte minutos depois, eu sinto que nadei kraw naquele assento de couro, rolei mais que um rocambole de goiabada, e expulsei as nove almofadas (nove!!) com o meu corpo, sem conseguir, no entanto, achar uma porcaria de uma boa posição pra dormir naquele maldito sofá.

E já que é assim, vou dormir na merda da minha cama mesmo.

Claro que antes, eu vou fazer xixi de novo – e, se deus quiser e meu trato urinário de uma pessoa de 70 anos permitir, pela última vez – e é esse o momento de glória que a minha gata escolhe para adentrar o banheiro simplesmente muito MUITO empolgada e meu deus, por quê essa gata tá miando descompensada desse jeito e eu devia ter ido dormir mais cedo e meu deus.

E seguida por aquele felino super super feliz na madrugada, miando e se enrolando nas minhas pernas, eu vou bambeando até o quarto pensando em como vai ser maravilhoso o momento de estatelar na minha cama mas não OH NÃO, esqueci que esqueci que mais cedo eu tive a idéia ridícula de ser uma menininha prendada e guardei o edredom no armário que fica no quarto de vestir e jesus, como tá frio.

Então eu abro o quarto de vestir, onde mais cedo eu tranquei o meu outro gato junto com sua caminha, numa tentativa skinneriana de educá-lo e fazer com que ele PARASSE de miar como um louco, arranhando a minha porta pura e simplesmente para propósitos chateativos e acordatórios, e eu percebo, sonolenta, que estou confundindo o bicho e invalidando minha própria experiência comportamental, mas afinal de contas eu preciso do meu edredom pra dormir, entende, e por quê essa gata continua saltitando assim atrás de mim?

Volto para o meu quarto, deixando meu gato me olhando com uma cara amassada e confusa pela a porta entreaberta do quarto de vestir e pronto, agora sim, que alegria, vou dormir.

Nem bem passaram-se dez minutos depois que me enfiei embaixo das cobertas e consegui que a gatinha sossegasse, ronronando calmamente nos pés da minha cama, quando os vizinhos decidem tomar banho e conversar, não sei se juntos ou separados e ew, vamos torcer para que separados, porque talvez eles se empolguem e MEU DEUS, eu só queria dormir e por quê nada nessa madrugada está dando certo?

Enfim, eventualmente, eu acabo dormindo, em meio à mantras que amaldiçoavam as paredes muito finas e casas muito próximas, mas estava  tã o   c a n s a a a d a   U A  A  A   H  .  .  .

Só me lembro de ter acordado duas horas depois, com metade da gata em cima da minha TESTA e, a partir daí, tenho a vaga lembrança de abrir a porta, colocar a criatura pra fora enquanto soltava um pelo amor de deus, dorme de uma vez!!! e boa noite.

Bom, mas hoje eu juro, só vou assistir um episódio mesmo. Dois, no máximo.

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A minha make mais básica

July 20, 2010

Não sei se já falei aqui sobre a minha rotina diária de maquiagem, mas, se falei, quero falar de novo, porque mudei um monte de coisa nela! :D

Já recebi vários e-mails me perguntando sobre dicas básicas de make, pra quem está começando, e acho que o post de hoje pode vir a calhar, já que eu falo da minha maquiagem mais básica e só de produtos que estou adorando usar.

Preciso explicar que, quanto mais li e aprendi sobre maquiagem (seja na teoria, seja na prática), mais eu aprendi a usar… menos.

Explico: antigamente, eu ia pra faculdade de lápis pretão na linha d’água e nenhum corretivo ou rímel. O blush por cima da pele sem correção acabava destacando espinhas e manchinhas, ao invés de dar aquele desejado ar de saúde. E tudo isso às 7h da manhã. Um horror!

Com o tempo, fui aprendendo aonde dosar e aonde caprichar no produto, e é disso que eu tentei ir falando ao longo do post.

Apesar do post ter ficado ee-noor-mee, não sei se consegui ser clara e falar o suficiente sobre tudo, mas se tiverem alguma dúvida, me perguntem nos comments!

Muuuitas fotos! Eba! \o/
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Sorry de novo por este post giga… Mas queria muito fazer o mais completo possível!

Enfim, o resumo é: o melhor pra mim, na maquiagem, é esse look com cara da gente mesmo, só que melhorada. Cobertura suave pra homogeneizar a pele sem criar o efeito reboco, conseguir iluminar os lugares certos pra dar uma aparência de quem anda só comendo super certinho (aham) e abrir o olhar sem fazer com que os olhos (já grandes, no meu caso!) apareçam a um quilômetro de distância.

Eu gostava de uns tons fortes e meio doidos durante o dia que hoje evito. Going natural, amigues, going natural. De noite, claro que dou uma caprichada a mais, mas basicamente, essa é a minha rotina de make diária.

E vocês? O que usam todo dia? Tem algum segredinho na hora de aplicar?

Vocês me desculpem a super overdose de montagens e me avisem se esse post ficou maçante.  Tou aprendendo uns truques novos de edição de imagens e queria muito colocar em prática, haha!
Não é todo post que vai vir cheio disso, fiquem sossegadas, mas até que assim é mais legal de se ler quando tem resenha de algum produto ou algo do tipo, né? Me digam o que acharam! =)
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Esmalte cor de… gato!

July 18, 2010

É isso mesmo.

Não tem esmalte cor de fruta? De roupa? De céu, de mar e até de pele de porco (como minhas amigas chamam os nudes, hahaha)??

Pois eu descobri que o Arranha-Céu, esmalte que eu comprei essa semana, é, exatamente…

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… da cor da minha gata! hahaha

A Sophia é uma Azul da Rússia, que é uma raça com olhos bem amarelos e uma pelagem linda, grossa e macia com um tom de azul meio cinzento-fumaça.

gatinhaAdoro os reflexos meio prateados dela, pena que ainda não tenho um esmalte assim! rs

Quem indica?


Nas fotos, o fundo verde no esmalte prevaleceu bastaaante, mas pessoalmente, eu acho ele mais acinzentado.

O Arranha-Céu é lindo! Da Coleção Urban, eu só tinha o Carbono, e amo tanto que achei que não ia querer absolutamente mais nenhum. Mas aí, resolvi arriscar nesse daí, que já tava perto do caixa da farmácia mesmo… amei!

Não sei ainda de qual gostei mais, mas os dois estão dividindo o espaço de amor absoluto de todos os tempos da Colorama no meu coração, viu.

Ah, e falando em compras de esmaltes, pela primeira vez consegui achar esmaltes da Top Beauty!

Não que eu estivesse procurando, mas já que eu tinha achado mesmo…

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Da esquerda pra direita: Oriental Jade (Cintilante), Nina (Cremoso), Red Juicy (Cremoso) e Concrete Jungle (Cre… wait for it… moso)

…trouxe pra casa esses quatro.

Eu nunca usei essa marca. Vocês gostam?

(A Sophia é que não ficou super fã em ficar tirando foto do lado de esmalte… peguei ela no meio da soneca da tarde e ela só posou com essa cara super mal humorada ¬¬)

Queria agradecer à Dani pela verdadeira aula em edição de imagens! Não é todo mundo que tem a paciência de perder meia tarde de domingo comigo no msn pra explicar sobre layers e opacidade… Valeu, flor! Espero um dia chegar no nível Unha Bonita de montagens, haha! =)
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Cachecóis são simpáticos

July 16, 2010
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Porque eles são gordos e quentinhos.

Pros dias realmente frios, e pra gente que não tem frescura e curte sair por aí com o pescoço bem fofucho.

cachecóisEva Longoria - Kerti - Redley - SamanthaLacoste

Acho o mais atemporal, porque cachecol nunca foi uma coisa super de moda, né? Claro que dependem das estampas, se rola um animal print, do tecido, material, etc, mas te garanto que ao menos um vermelhinho de tricô, todo mundo tem lá no fundo do armário.

Se foi a vó que fez, se ganhou do namorado, se pagou uma nota em alguma boutique ou se você mesmo se arriscou nas agulhas, não importa. É muito raro quem não tenha um cachecol basicão pra chamar de seu.

Eu até que não usava tanto, até que minha família entrou no doce torpor do maravilhoso mundo do tricô.

Minha mãe, minhas tias, minha avó e até minhas primas então, há semanas, embevecidas pelos novelos “família”, agulhas circulares e etc e tal, e tricô é o único assunto que se fala na minha casa. Meu primo muda faz careta e muda de cômodo cada vez que ele ouve essa palavra.

Com toda essa produção em massa, foi difícil resistir!

Hoje, aqui em casa tem uma gaveta cheia deles (minha mãe adora!), de todo jeito. Tem de vários tipos de lã, daqueles molengas de camelô (esses são meus! hahaha), de zebrinha, ponto largo, ponto fino….

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Honestamente, cachecol acaba sendo minha última opção. Fico encalorada muito fácil, então geralmente prefiro algo mais leve pra enrolar no pescoço.

Mas na hora do frio brabo e vento irritante, nada melhor!

Cachecol também é coisa de maCHÔ!

E sabe quem parece que também adora um cachecol? Os homens

Acho que, exatamente por ser tão clássico e tradicional, a macharada aposta mais neles pra ficar quentinhos sem evocar uma vibe, digamos assim, bandar-coloridas-Fiuk.

homem cachecol

Por isso, maioria aposta mais nos pretos, ou varia em outros tons sóbrios e mais apagados, como cinza e azul, e neutros claros, como branco e cru.

Adoraria enrolar meu namorado em um preto sem pontas pra sair pra comer uma pizza, ainda não “fashionistei” a criatura do jeito que eu pretendo.

Tem homem que ainda tem aquela idéia tonta de que isso é acessório pra menina, mas se existe alguém que pode provar que isso é pura lorota é…

chuck

Chuck Bass.

Chuckerido poderia sair até de cigarrete verde limão que eu iria me recusar a duvidar da sua masculinidade, mas como isso é algo que ele nunca faria, confio no seu senso de estilo. Se ele usa, é coisa de pêêgááádôôr!


Cachecol de dedo

Eu não sei fazer tricô: se me derem aquelas agulhas, vou achar mais fácil comer sushi com elas, mas tem um cachecol que é tão fácil, que até eu aprendi: o cachecol de dedo.

A única coisa que você vai precisar, são…. seus dedos!

Ele vai sair tipo uma lingüiçona e, como é fino, fica bonito fazer um bem comprido e fechado, pra dar várias voltas no pescoço e ficar parecendo uma gola bem exótica:

cachecoldededoLegal, né?

Esse não é de minha autoria… minha estréia no mundo do tricô foi com um novelo laranja-Renovias! Coisa super fina!

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Ai, que secura!

July 14, 2010

É isso que a minha pele esteve gritando por aqui nos últimos tempos.

Pode não ter feito o frio que eu estava desejando (o que tá mudando depois do super temporal que caiu aqui ontem. Aleluia!), mas a umidade do ar também tinha ido embora. Comecei a ficar toda seca nuns lugares que vocês nem imaginam, e com isso, mudei um tanto a rotina de beleza.

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1- Melhor desodorante do mundo, pra mim, é tudo esses da Natura Tododia. Te juro.

Tem vários cheirinhos (leite de arroz, chá verde, sem cheiro…), mas o que eu tô usando agora é o Leite de Algodão.

Eu gosto porque é cremoso sem ser melequento ou manchar a roupa. Hidrata as pobres das axilas e o cheiro é super suave, bom pra quem não quer nada atrapalhando o perfume. E o melhor é que ele segura. Mas assim, segura mesmo.

Em nenhum momento, a vida me privou de banhos por mais de um dia, mas te digo que, caso isso acontecesse, eu ia poder confiar nele pra ficar cheirosinha o tempo que eu precisasse.

Não é daqueles que a gente tá com um cheirão forte de desodorante no fim do dia, sabe? Fora que custa uns dez conto e rende pra caramba, o negócio não acaba por meses.

2- Bepantol é uma coisa que desde que mundo é mundo, todo mundo recomenda. E não tinha um ser vivo que não abria a boca pra mim indignado quando eu dizia que nunca tinha usado.

Ai, é porque eu era rebelde. Eu queria ser exclusiva. Eu era fresca. É nada, eu era burra mesmo.

Não sei onde  foi que minhas sinapses falharam que eu não comprei um tubo disso antes! Ô negócio bom.

Não vou me estender muito, porque acho que todo mundo que freqüenta blog de beleza já ouviu a longa lista de milagres do santo Bepantol, mas eu basicamente uso pra qualquer ressecado chato. No rosto, na boca, no cotovelo, nas juntas dos dedos (que acho que já entregaram pra deus, coitadas), até nas cutículas quando fico com preguiça de procurar a cerinha na bolsa…

Beptans, my brother. Olha, não sei como vivi antes de te conhecer. Você é a coca-cola da minha pele nesse deserto que se chama São João da Boa Vista, viu.

Te amo.

3 - O Hidratante Corporal de Lactato de Amônio da Granado eu já tenho há algum tempo, mas sei lá… eu nunca ligava muito pra ele. Não que não gostasse, mas não parecia muito diferente de outros produtos, sabe? Acabava esquecendo.

Mas, NOSSA, foi só me ver nessa secura que descobri todo o potencial hidratativo dele. Muito bom pra pés, mãos e outras extremidades que andam com aquele quê de uva passa.

Pro corpo todo não recomendo, porque fica muito grudento e o cheiro é forte, mas pra pequenas áreas, é um salvador.

4 - O demaquilante, na verdade, entrou aqui porque foi uma compra de extrema necessidade.

Em São Paulo, eu tenho vários (é difícil de acabar demaquilante comigo, mesmo usando todo dia. Por incrível que pareça!), mas aqui na casa da minha mãe, tava só com um daqueles titicos da Avon. Muito bom, gosto muito, mas daí… acabou.

Recorri a esse da Clean & Clear, que, além de barato, também faz bem o serviço. Ainda dá pra dormir com ele (coisa que eu nunca faço, mas quem quiser, dá pra ficar à vontade) e promete não dar espinhas.

Não é o melhor do mundo, mas acho que chega a ser o melhor da farmácia. Ainda mais pelo preço!


5- Por último, e muito importante, está um Nívea de latinha.

Ok, a verdade é que esse daí, a Babi me trouxe de Miami (ui), e eu vou ter que deixar o meu patriotismo de lado pra dizer que esse daí é MUITO melhor que o nacional!

A textura é muito mais leve (lembra um chantilly), mas nem por isso ele deixa de ser suuuper hidratante. Tô usando na área dos olhos, já que esse clima tava exigindo algo mais potente pra essa parte do corpo.

Usei o brasileiro como creme para os olhos uma vez e não curti muito. Senti que ficou pesado demais e que, no fim, acabou escorrendo pra bochecha, entrando no olho… Sei lá. Talvez eu tenha usado na quantidade errada ou algo assim, mas esse é bem melhor, honestamente.

O bom é que Nívea de latinha é coisa fácil – e barata – de achar em qualquer lugar do mundo, né?

De quebra, essa embalagem é bem menorzinha (30g), ótima pra levar na bolsa…

E vocês? Alguém aí muda muita coisa na rotina de beleza quando rola um agreste facial?

Aqui foi mais por necessidade mesmo, porque, olha… eu já tava rachando no meio!

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Echarpes são amigas

July 12, 2010
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Há alguns anos, era inconcebível, pra mim, pensar em sair com algum pano enrolado no pescoço, jogado displicente pelos ombros, já que em um determinado momento da minha vida, a ditadura do casaco gordinho da Planet Girls reinou absoluta (eu sei que você também já usou um, vai).

Ele foi o boyfriend blazer da minha juventude levemente piriguete, uniforme de toda menina interiorana no frio, junto com uma blusinha idiotamente curta que nunca cobria a barriga e irritava as mães.

Mas hoje, paninhos tipo pashminas, lenços e tals são os meus preferidos. Afina, como disse a @mixbelezaemoda, basta apenas uma gola, cachecol ou algo do tipo pra dar um ar totalmente diferente num look.

E hoje em dia, passei a investir mais em vários desses adereços de frio, já que descobri prefiro looks de várias camadas ao invés de sair de casa com cara de quem se enrolou num edredom.

E, nessa semana, resolvi falar um pouco disso, dos acessórios enrolativos! haha

Começando pelas… echarpes.

Acho as echarpes amigas.

Não tão quentes e volumosas quanto os cachecóis, mais compridas que as golas, mas ainda assim, elas tem a sua graça. Não ocupam muito espaço na bolsa, então dá pra carregar uma consigo no inverno, e até dá pra jogar uma beeem fininha por cima de uma blusa de alcinha no verão.

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Tá, ok, no verão verão, a última coisa que eu quero é adicionar mais uma peça de roupa, mas eu juro que toda vez que vejo foto de famosa na praia com um shortinho, chinelo e um paninho caindo nos ombros, eu juro pra mim mesma que, dá próxima vez que eu for derreter na Avenida Paulista no sol do meio dia, eu vou estar usando uma echarpe.

Echarpes são simples, mas mudam a cara da sua regata da Hering. São boas pra quando não está um frio absurdo, e nem super quente. É um meio termo bacana pra quem ficar em dúvida.

E é por isso que eu gosto delas.

Namoro sempre umas no BleuDame

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…mas nunca comprei nada. O preço é bem legal, mas nhé, nunca lembro. E quando lembro, já tô sem dinheiro.

Bom, e aí echaaarpe, echarpe eu descobri que não tinha… nenhuma.

Só uns lenços que eu roubava da minha mãe ou uns cachecóis magrelos, mas daí, há umas semanas atrás, encontrei numa banca na Paulista (me sinto toda uma mulher cosmopolita quando paro em banca da Paulista, toda uma diversidade de pornô revistas de moda) dois achados:

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Uma Marie Claire e uma Estilo espanholas de fevereiro, cada uma com uma echarpezinha, pashmina, enfim, algo in between. As duas são 100% algodão e em cores meio neutras, mas nada apagadas: um rosa pastel e um cinza meio desbotado. Cada uma saiu por uns nove reais, vale a pena, hein!

Corre lá que ainda deve ter mais!

São leves, mas ajudam a combater um ventinho chato, e é por isso que eu curti. Uma das duas sempre anda ficando na bolsa, just in case.

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Dica boa essa pra você, minha amiga, que pode não ser perseguida por paparazzis na volta de um vôo internéxional, mas quer arrasar saindo da padaria.

Desembolsa esses dez reais na banca, põe seu oclão escuro, sinrrola toda nesse rosa bebê e ainda faz a garrafa de Minalice de acessório. FIERCE!

Bom, mas enfim… echarpes, elas são amigas. :)

PS: A Luciana, do blog Depp Lovers, me passou dois vídeos daqueles que ensinam umas amarrações bacanas pra lenços e echarpes, aqui e aqui (obrigada, Luciana!). Adoraria dizer que assisti, mas minha conexão aqui anda tão lerda que parece que meus downloads tão vindo por PAC. ¬¬

Google também me mostrou que aqui também tem uns esqueminhas legais pra se enrolar.

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Slooow Blogging…

July 9, 2010

Toda vez que eu recebo um comentário perguntando por onde eu ando e porque não posto faz um século, eu rio. Não de deboche, mas porque eu acho divertido esse tipo de comentário, geralmente alguma bronquinha escrita de um jeito bem engraçado e original (vide o que ganhou o de melhor comentário do mês passado!), e rio porque acho gostoso saber que tem gente que tem esse carinho pelo que a gente escreve, né?

Que passa no blog todo dia, às vezes até mais de uma vez, pra ver se tem alguma coisinha nova e tals.

O problema é ler, vez ou outra, algum recado meio nervoso e, em alguns casos, – esses são bem raros, é verdade – quase indignado de que eu não tenha colocado absolutamente NADA de novo no blog em, vai, uns três ou quatro dias.

Veja bem, não fico brava e nem nada com esse tipo de comentário.

O problema é que vejo muitas blogueiras se desculpando que não tiveram tempo de postar, que tá tudo corrido, mas que logo as coisas irão se normalizar e elas vão voltar cheias de novidades.

E aí, comecei a me sentir ligeiramente culpada.

Culpada, porque… eu não posto muito. Posto pouco mesmo, e não vejo problema nisso. Eu não sinto vontade de postar todo dia. E pra algumas leitoras, isso pode soar como desleixo e até, quem sabe, arrogância. Mas realmente não é.

Tem época em que sim, a faculdade tá me matando, a vida tá difícil, a faxina tá me chamando, mas tem vezes que eu simplesmente não estou postando porque eu não quero.

Isso não é uma bronca ou indireta pra ninguém, gente, de verdade. Não tô insultando leitoras que gostam de novidades ou alfinetando blogueiras que postem bastante, longe de mim. Blog é pessoal, blá blá blá, cada um faz do jeito que gosta, blá blá blá, tudo aquilo que já foi dito muitas vezes por muitas pessoas.

Eu leio os blogs que postam várias atualizações por dia, eu leio os blogs de moda, os exclusivos de resenha de maquiagem, e eu gosto muito deles.

Mas esse não é um blog de nada disso, ao menos não exclusivamente, e é por isso que não tem uma freqüência certa de posts. É um blog sobre coisas que eu gosto, mas, acima de tudo, é um blog sobre mim. E eu não sou uma pessoa que vê problema em não escrever algo aqui todos os dias. Escrevo, literalmente, quando me dá vontade.

Enfim, o que eu queria dizer, enrolando pra caramba, é: olá, você leitora que entra aqui e fica brava/chateada/indignada porque demora pra ter algo novo. Não é que eu não tenha consideração por você, valorize a sua visita, ou esqueça que o blog existe, ou que esteja deixando de postar porque estou ocupadíssima.

É que tem dias em que eu, simplesmente, não tenho nada pra falar mesmo.

And that’s ok. :)

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Alô… Bruna!

July 9, 2010

Bom, Marcela Jacques está obviamente desaparecida, então eu sorteei outra pessoa pra levar o Kit da Nouvelle.

ganhadora2Parabéns, Bruna Fonseca!

Vou mandar um e-mail agora, ok? Me responda até segunda senão tem re-resorteio, viu!

Ah, e o tema do Concurso Cultural de JuLHo (haha, sorry), vai ser a melhor foto das suas férias. Simples, feliz, gostoso.

Uma foto bacana que resuma todo o seu mês de julho e uma explicaçãozinha, pode ser? Me mandem no e-mail do blog apenas com o assunto “Concurso Cultural de Julho”, tá (fica mais fácil de achar todos depois)?

Se alguém se esquecer, consulte a tabinha lá em cima.

Divirtam-se! :D

Ah, e Cristina mandou um ‘Alô’ e fica feliz de ainda ser lembrada, hahaha!

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